Núcleo de Tecnologia Educacional
Rua 5A Qd18 Lt16 Bairro Jundiaí Industrial
O NTE-Anápolis é responsável pelo desenvolvimento e disseminação de ações que possibilitam o uso pedagógico e integrado das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC); formação de professores; acompanhamento pedagógico às UEB , Ministração de cursos (PROFUNCIONÁRIO, PROINFANTIL,GESTÃO, Proinfo e outros)
PROINFO INTEGRADO
sexta-feira, 12 de junho de 2009
A Educação
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Computador na escola!
Até bem pouco tempo, um "privilégio" quase que exclusivo das escolas particulares. Com o Programa Nacional de Informática na Educação, em implementação pelo MEC e pelas Secretarias de Estado de Educação, esse "privilégio" passa a ser também de muitas escolas públicas brasileiras. Comunidades escolares de todos os lugares do Brasil movimentam-se no sentido de conseguir um laboratório de computadores e colocar seus alunos em contato com a tecnologia. Entretanto, a maioria dessas comunidades não tem clareza dos motivos que provocaram essa corrida em busca da tecnologia, nem dos mitos, concepções e ideologias que perpassam a introdução do computador na escola.
Para que a introdução dessa tecnologia não se transforme em mais uma panacéia, como tantas outras experiências vivenciadas na tentativa de resolver os problemas da educação brasileira, torna-se necessário refletir, discutir e entender todas as implicações da introdução dessa inovação no processo pedagógico. Um dos fatores que se faz necessário discutir é o motivo que provocou a introdução do computador na escola. Postado por Iracy Braga
webliografia: http://www.faced.ufba.br/~bonilla/texto1.html
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Educação e Tecnologia: uma aliança necessária
“A importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna. Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica.”
Postado por:Janete Wanderley Barbosa
webliografia:http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria
sexta-feira, 8 de maio de 2009
O uso Pedagógico do Orkut
Os orkuteiros são de todas as classes sociais e de todas as idades não havendo distinção! Com isso nós educadores podemos usar essa ferramenta como um grande aliado na aceitação das diferenças!Procurando assim minimizar os conflitos existentes dentro do grupo escolar! Fazendo com que o ambiente seja saudável e de grande interação!Postado por Ângela Rodrigues de Almeida e Darlene Rodrigues Ribeiro
o USO DO MSN NA EDUCAÇÃO

Aluno pode conhecer cursos via MSN
No meio de tantas novas ferramentas que podem ajudar o estudante, o MSN (software de comunicação instantânea) é mais uma alternativa. Na Unesp de Assis, aconteceu uma das primeiras experiências de oferecer ajuda para a escolha da carreira via conversa on-line.
O autor da idéia é o professor Paulo Motta, que já tinha se aventurado na associação entre psicologia e web num site de orientação profissional que criou em 2000. "Acho que a internet ajuda. A ignorância a respeito das profissões é uma coisa absurda. Para quem não tem nada, o mínimo já faz uma grande diferença", afirma.
O processo foi simples: oito estagiários do quinto ano de psicologia tornaram-se monitores e atenderam quem os adicionava no MSN. No total, 225 "pacientes" procuraram o serviço relatando problemas que variavam de dificuldades para escolher a carreira até estresse e problemas para relaxar.
A equipe de Assis também tentou montar uma comunidade no Orkut com o nome de Orientação Profissional, mas a procura do público foi baixa.
O resultado da experiência virou um artigo que conclui, entre outras coisas, que no MSN a resposta dos profissionais é mais rápida e estimula o acesso de quem tem dúvidas.
O serviço foi interrompido agora no meio de ano, quando os monitores entram em férias, mas voltará a ser oferecido com um novo endereço de e-mail para o MSN, que ainda não foi divulgado.
Devido ao sigilo profissional, nenhum dos candidatos pôde ser identificado. Mas Diego dos Santos Silva, 18, tem uma experiência bem semelhante para contar. A decisão pelo curso de sistemas de informação na USP Leste foi tomada após muita conversa na comunidade da Fuvest no Orkut.
"Eu entrava direto na comunidade, procurava gente que conhecia o curso, veteranos, debatia e perguntava como era a faculdade", diz.
Se a relação com a internet era íntima antes do vestibular, agora é muito mais: "Hoje, meu curso depende do computador", completa.Postado por Vera LUCIa de Jesus
Webliografia: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=MSN%20NA%20EDUCA%C3%87%C3%83O&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=iw
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A TV NA EDUCAÇÃO

Há uma cultura audiovisual eletrônica proporcionando aos jovens informações, valores, saberes, outros modos de ler e perceber. Para Martin-Barbero (1999), os complexos processos de comunicação da sociedade difundem linguagens e conhecimentos que descentram a relação escola-livro, âmago do sistema escolar vigente.
Contemporaneamente, a TV é o meio de comunicação predominante, instrumental de socialização, entretenimento, informação, publicidade, composto em função dos interesses dos mercados. Por ela gerações aprendem a consumir e a conhecer a si e ao mundo. Reuniões públicas, antes nas ruas, têm como cenário e como mediadora a TV: campanhas políticas e pronunciamentos oficiais substituem interações coletivas. O diálogo ficção-realidade perpassa fronteiras e mostra a telenovela - o programa mais visto por crianças e adultos - superar o entretenimento meramente alienatório e discutir temas sérios, oportunos, que antes eram ignorados ou não admitidos, devido aos preconceitos.
Como preparar o jovem para analisar a televisão, ler um mundo recortado por ela, compreender-lhe os recortes (essa edição da realidade)? Como analisar sua presença cotidiana em nossa cultura? Como usá-la criticamente a serviço da educação? Como integrar TV/vídeo à escola? Educa-se pela televisão? Que postura têm os consumidores? Quais os papéis de produtores e proprietários de TV na educação? É viável produzir programas interessantes com a intenção de educar?
Espera-se que a escola (en)foque o mundo audiovisual, faça da TV objeto de estudo, conheça-lhe linguagem, programação, condições de produção e de recepção e a incorpore pedagogicamente. Estudos garantem que se deve abordar a relação educação-televisão a partir de três perspectivas complementares: educação para uso seletivo da TV; educação com a TV; educação pela TV. O consumo seletivo e crítico da TV objetiva desenvolver a competência dos alunos para analisar, ler com criticidade e criativamente os programas. Na educação com a televisão se utilizam programas como estratégia pedagógica para motivar aprendizados, despertar interesses, problematizar conteúdos. E educar pela televisão significa comprometer emissoras a ofertar mais e melhores programas ao público infanto-juvenil.
O papel educativo na recepção
Nos estudos sobre televisão, durante anos sobressaiu o modelo mecânico, que considerava a iniciativa da comunicação toda do emissor, ficando o receptor restrito a reagir aos estímulos enviados. Martín-Barbero (1995) afirma que a concepção condutista fundia-se à iluminista: "O processo de educação, desde o século XIX, era concebido como um processo de transmissão do conhecimento para quem não conhece. O receptor era ´tábula rasa`, recipiente vazio para se depositar conhecimentos originados ou produzidos em outro lugar".
Não mais se negam os efeitos da TV e já se sabe que pais, professores, colegas influem na recepção de mensagens. Nesse processo ocorrem mediações cognitivas, culturais, situacionais, estruturais e as ligadas ao meio televisivo, à intencionalidade do emissor. O receptor é sujeito ativo e pertence a contexto sociocultural específico. Interpreta mensagens seguindo sua visão de mundo, experiências, valores, a cultura de seu grupo. Recepção não é só o momento do assistir ao programa; prolonga-se nos cotidianos e em comunicações habituais, constitui-se espaço de produção de sentidos, conhecimentos.
LOURDES MELO
WEBIBLIOGRAFIA
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/tedh/tedhtxt3a.htm
O USO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO

Uma ótima combinação
Podemos concluir que com o uso do computador, mesmo as tarefas mais simples, como desenhar na tela, escrever um texto, etc..., são suficientemente ricas e complexas, permitindo o desenvolvimento de uma série de habilidades que ajudam na solução de problemas, levando o aluno a aprender através de seus erros.
Isto contribuirá para o desenvolvimento de sua autoconfiança, ou seja, dar a capacidade da criança viver em uma sociedade cada vez mais permeada pela tecnologia, crescendo com o sentido que são elas que devem controlar as máquinas e não o inverso.
Os projetos dão a possibilidade de ruptura por se colocarem como espaço corajoso, onde é possível relacionar uma matéria com a outra, facilitando a atividade, a ação, a participação do aluno no seu processo de produzir fatos sociais, de trocar infonnaç5es, enfim, de construção de conhecimento.
O propósito de se trabalhar com projetos é romper com as limitações, muito delas auto-impostas, do cotidiano, convidando os alunos à reflexão sobre questões importantes da vida real, da sociedade em que vivem, propiciando a solidariedade, criação e cooperação.
Isto foi observado nos trabalhos realizados pela turma da 4ª série, no qual os alunos foram desafiados a viajar pelo tempo através da imaginação e da criatividade, buscando assim soluções para seus problemas.
Isso implica também a participação dos professores. Este deixará de entregar as informações e passará a ser o facilitador, o mediador dos alunos no processo de construção e resolução de problemas, incentivando a reflexão e a crítica, permitindo que estes identifiquem os próprios problemas.POSTADO POR VERA LUCIA DE JESUS
